A sua checklist para a secura vulvovaginal

Quantas mulheres acompanha que podem sentir secura vulvovaginal, desconforto, irritação, dor durante as relações sexuais ou sintomas urinários? Com que frequência este tema é abordado espontaneamente durante a consulta ou no balcão da farmácia?

Publicado em 25 Setembro 2026
Atualizado em 25 Setembro 2026

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Publicado em 25 Setembro 2026
Atualizado em 25 Setembro 2026

A secura vulvovaginal é comum (afeta 1 em cada 5 mulheres)¹˒², mas é frequentemente subvalorizada e raramente abordada. Pode ocorrer em diferentes fases da vida, não apenas após a menopausa, e pode afetar o conforto, a intimidade e a qualidade de vida. Pode estar associada a níveis baixos de estrogénio, mas também ao período pós-parto e à amamentação, à contraceção hormonal, a alguns medicamentos, a tratamentos oncológicos, a condições dermatológicas, neurológicas ou autoimunes, entre outras situações.

≥1 em cada 5 mulheres A secura vulvovaginal pode ocorrer em diferentes fases da vida, não apenas após a menopausa.

No contexto dos sintomas relacionados com a menopausa, a lacuna na comunicação é significativa: no estudo europeu REVIVE, 65% das mulheres com sintomas esperavam que o profissional de saúde iniciasse a conversa, mas os profissionais de saúde iniciaram a discussão sobre os sintomas de atrofia vulvovaginal em apenas 10% dos casos em que o tema foi abordado.³

65% vs 10% uma lacuna na comunicação

É precisamente para colmatar esta lacuna que foi criada a Checklist da Secura Vulvovaginal:

para ajudar os profissionais de saúde a perguntar, reconhecer, explicar e orientar os cuidados com confiança.

Dr. Clarence de Belilovsky, Dra. Isabelle Dehaene, Dra. Brigitte Letombe, Prof.ª Rossella E. Nappi e o Biocodex Microbiota Institute criaram uma checklist prática dedicada à secura vulvovaginal.

Esta ferramenta ajuda os profissionais de saúde a:
  • identificar a secura vulvovaginal e os sintomas associados;
  • distinguir os sintomas vulvares dos sintomas vaginais;
  • abordar o conforto sexual e a intimidade utilizando uma linguagem sensível;
  • reconhecer sinais de alerta e diagnósticos diferenciais;
  • compreender o papel dos estrogénios, das alterações dos tecidos e da microbiota vaginal;
  • orientar a gestão geral e o acompanhamento;
  • ajudar os farmacêuticos a iniciar a conversa e a encaminhar quando necessário.

Descarregar a checklist sobre a secura vulvovaginal